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O antigo e também atual sistema de cura denominado Ayurveda, possui como característica central o equilíbrio dos cinco elementos da natureza, sendo eles: Ar, Éter, Fogo, Terra e Água. Tal equilíbrio é alcançado por meio da digestão orgânica, o que se ingere pela boca, e também pela digestão de alimentos em sua forma mais sutil: as emoções ou impressões externas.

Em relação a esta última forma de digestão sutil, a emocional, existe a necessidade de se desenvolver um bom discernimento que só é adquirido através de auto-conhecimento, que pode ser conquistado através de vários métodos, entre eles o Yoga, que é considerada a ciência irmão do ayurveda.

Já em relação ao que se ingere pela boca, se relaciona diretamente ao metabolismo fisiológico da pessoa. E este sistema de cura ayurvédico dá muita importância a essa capacidade digestiva, denominada Agni – fogo digestivo. Se tratando da digestão orgânica, uma pessoa por exemplo, pode comer o melhor e mais puro alimento, porém caso seu fogo digestivo esteja fraco, este pode se transformar em toxinas que vão invadir o corpo, provocar desconforto digestivo até mesmo doenças severas. É necessário que se cuide de manter esse fogo digestivo saudável, muito mais do que às vezes a preocupação em engordar ou emagrecer, sendo o Agni a condição prioritária para quem espera o melhor resultado.

Diferente da nossa cultura moderna e ocidental, que se preocupa em inibir a fome, o ayurveda dá prioridade à mesma. Uma pessoa saudável deve sentir fome nas principais refeições, sendo que a maior fome deveria ser na hora do almoço e a menor á noite, sincronizado com o ritmo do sol na natureza. Quando se fala de fome se trata da fome verdadeira e não aquela vontade de comer que muitas vezes se confundem, por conta da ansiedade.

Uma refeição equilibrada deve conter os diferentes sabores: doce, salgado, amargo, picante, ácido e adstringente, sendo que a porcentagem desses sabores dependerá da quantidade de cada um dos cinco elementos presentes em cada pessoa. Outro fator relevante é ingerir a quantidade proporcional à fome, ou seja, se existe uma fome fraca, come-se pouco; e se a fome for forte come-se mais, de forma que pelo menos 10% do estômago permaneça vazio, para que a digestão possa acontecer com mais facilidade. Vale lembrar que se o alimento é bem digerido vai servir para nutrir os tecidos e caso contrário serão formadas toxinas provenientes da má digestão, que se depositarão nos tecidos do corpo de forma desarmônica, formando os tecidos de má qualidade que podem resultar em desequilíbrios como: doenças degenerativas, cardiopatias, doenças mentais, obesidade, ossos e músculos enfraquecidos, desnutrição, perda do prazer pela vida, envelhecimento precoce, entre tantas outras.

Fica a dica: Cuide do seu Agni e viva com alegria.

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